Eduardo Ribas é quadrinista brasileiro, atuante profissionalmente desde 2017. Iniciou sua carreira com a publicação independente de O Jogo Mais Difícil do Mundo e, desde então, mantém uma produção contínua de quadrinhos autorais, além de colaborar com roteiristas, editoras e projetos culturais.
Entre seus principais trabalhos estão Segunda-feira Eu Paro (2019), antologia organizada por Carlos Jenisch e finalista do Troféu HQMIX; D.I.V.A.S Brasileiras (2020), escrita por Guilherme Smee e contemplada pelo edital Funarte Descentrarte 2020; e Uma Nuvem no Seu Oliveira (2021), escrita por Phellip Willian, financiada com sucesso pelo Catarse e finalista do Troféu HQMIX.
A parceria com Phellip Willian resultou também em E o Mar Me Trouxe Até Aqui (2022), Um Ponto no Infinito (2023), Memo Reboot (2024), publicada pela Editora JBC, e O Homem Eterno (2025), novamente financiada com sucesso pelo Catarse.
Em 2026, lançou pelo selo Dom Mordaz a HQ Nada Floresceu em 99, escrita por Djeison Hoerle. No mesmo ano, participou do projeto de restauração da Igreja Antiga de Campo Bom com Mistério na Igreja Antiga, escrita por Simone Saueressig e distribuída para todas as escolas do município.
Sua produção transita por diferentes gêneros e públicos, reunindo trabalhos autorais, projetos editoriais e iniciativas que utilizam os quadrinhos como ferramenta de expressão artística, cultura e educação.

